quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

Passagem pedonal na estação de Massamá

As pessoas estão a baralhar um bocado o assunto. Se repararem bem, do lado de Tercena há elevador. Com isto não quero dizer que a obra esteja totalmente bem feita. Mas sempre já é melhor que o que existe.

Realmente uma pessoa deficiente que resida  em Massamá e que vai para Sintra, depois de descer do elevador, terá que dar a volta por fora da estação para ter acesso ao cais. Realmente não é agradável fazer todo este percurso. Assim como quem vai de Tercena para Lisboa, mesmo não sendo deficiente, terá de vir até Massamá e descer a rampa junto à Clínica. Julgo que será uma coisa temporária até a nova estação ser construida.

Já agora, quem fica a ganhar, serão “O Rocha” e o “Zé das Moelas”, porque quando vimos de Lisboa com destino a Massamá, sempre poderemos fazer uma paragem para recuperar forças!

Lopo Pegado

Executivo da Câmara prestou um minuto de silêncio

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O executivo da Câmara Municipal de Sintra esteve hoje reunido e na sessão foi prestado um minuto de silêncio pelas duas vítimas das inundações no Rio Jamor.
 
Fernando Seara recusou-se, no entanto, a comentar o processo por negligência contra a autarquia referindo à Lusa que, uma vez que as famílias constituíram um mandatário judicial, "as relações da Câmara passarão a ser feitas com esse mandatário".

Os vereadores na sessão enalteceram o trabalho dos bombeiros e o seu pesar face à morte das duas mulheres no Rio Jamor.

O Vereador João Soares manifestou o apoio à família e à "junta de freguesia de Monte Abraão pelo apoio que deu à família através do pagamento dos funerais".

Fátima Campos, actual presidente da Junta de Freguesia de Monte Abraão, lamentou a falta de apoio prestado pela Câmara Municipal de Sintra. Disse que "o que a família se queixa é que o senhor presidente da câmara não enviou condolências, não esteve com eles, não esteve no local. Enfim, há coisas que caem bem" e que "o que a família se queixa é do desprezo que a câmara lhes deu".
 
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Queluz Férias Desportivas

O projecto Queluz Férias Desportivas tem como principal objectivo criar um programa de ocupação dos tempos livres para os jovens e também que os Pais e Encarregados de Educação tenham os seus filhos/educandos ocupados durante a pausa lectiva da Páscoa.


A filosofia base será a vivência de novas experiências no clube numa perspectiva de acolhimento em momentos de férias onde se apresentarão conteúdos específicos de formação, embora limitados pelos dias destinados às actividades que vão desde a prática desportiva às visitas culturais e à sensibilização para questões ambientais através da realização de actividades ligadas à natureza. No que se refere às práticas desportiva centrar-nos-emos no basquetebol, no voleibol, futebol, nas danças sociais, no judo/karaté e muitas surpresas...

O público-alvo são crianças dos 6 aos 14 anos.

1ª semana 60€

2ª semana 70€
As duas semanas da Páscoa 110€

As férias são organizadas pela Associação Juvenil Pinheiro Bravo e pelo Clube Atlético de Queluz




terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Executivo de Fernando Seara reúne-se amanhã

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Segundo o Diário de Notícias, o executivo de Fernando Seara reúne-se amanhã para debater as responsabilidades da Câmara Municipal de Sintra no falecimento que decorreu das cheias no Rio Jamor.
 

Fonte próxima de Fernando Seara informou o DN que «o assunto será debatido em todos os aspectos, circunstâncias e responsabilidades» Fátima campos, actual Presidente da Junta de Freguesia de Monte Abraão referiu ao mesmo jornal que "há que encontrar responsáveis. A fita vermelha a vedar a zona da queda do muro só foi colocada após a queda da viatura. Antes, não houve autoridade nenhuma, quer bombeiros ou polícia e até mesmo a Protecção Civil, que tivesse tomado a iniciativa de ter cortado a estrada para impedir a passagem por ali"

Declaração da Câmara Municipal de Sintra

Segundo o Jornal de Notícias a Câmara Municipal de Sintra promete amanhã, após a reunião do executivo, responder sobre a sua responsabilidade ou não responsabilidade, nas cheias e nas duas mortes que ocorreram no Rio jamor.

 
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Família leva Câmara de Sintra a tribunal

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António Pragal Colaço, advogado da família vítima das cheias do Rio Jamor, disse à SIC que irá chamar a EP - Estradas de Portugal, Fernando Seara, e a Câmara Municipal de Sintra a tribunal.

O advogado informou que irá avançar com o processo com o argumento que estas entidades já tinham sido alertadas para o mau estado em que se encontrava a Estrada Nacional 117 e do muro que separa a estrada do Rio Jamor.

"A câmara tem responsabilidade criminal. Estamos a fazer recolha de cartas e a ouvir testemunhas que já se tinham queixado à câmara das más condições do muro" disse à Lusa o advogado, e alertou que "dentro de uma semana ou quinze dias o processo dará entrada no tribunal".

Sobre o estado da EN117

"Aquilo não é uma estrada é um caminho de cabras. A estrada não é adequada para a circulação que tem, que é muita" comentou o advogado ao mesmo tempo que estranha o facto de "Câmara de Sintra não tenha aparecido em nenhum lado nem tenha apresentado as condolências à família", ao contrário do que fez o Ministro da Administração Interna, Rui Pereira e Presidente da Junta de Freguesia de Monte Abraão, Fátima Campos.

sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

Câmara Municipal de Sintra poderá ser responsabilizada

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A Câmara Municipal de Sintra pode vir a ser responsabilizada em tribunal caso se prove que permitiu a construção em leito de cheia e não agiu na prevenção deste tipos de situações.

«Quando se prova que o serviço público não funcionou adequadamente, os cidadãos podem pedir responsabilidades e exigir indemnizações» afirmou Rui Medeiros, ex-director da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, ao Diário de Notícias.

A lei da responsabilidade civil extracontratual do Estado foi publicada em Diário da República no ano passado. Esta lei diz respeito quer à administração central, local, como também às empresas públicas.

A Câmara Municipal de Sintra corre agora o risco de vir a ser responsabilizada caso os familiares movam um processo contra a Câmara onde fique provado a negligência da mesma na prevenção desta situação, e que não se tratou apenas de uma catástrofe natural.

Até ao momento a Câmara Municipal de Sintra não prestou qualquer declaração pública.

Autor da lei clarifica-a à Lusa:

Rui Medeiros explicou que "para que o Estado ou um município sejam responsáveis, é preciso que o facto lhes seja imputável". "Um terramoto, uma seca ou uma inundação, em si mesmos, são factos naturais e nessa medida factos não imputáveis ao Estado"

Acrescentou ainda que é necessário «conseguir demonstrar que os danos resultantes, por exemplo, de uma tempestade só surgiram - ou foram agravados - porque os serviços públicos não actuaram como era exigível num Estado de direito»

(ACTUALIZAÇÃO)

Família irá avançar com processo

Segundo a edição de hoje do Correio da Manhã,  António Pragal Colaço, advogado da família irá avançar com processo para apurar responsabilidades pelas duas mortes.

 
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quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

Novas petições por uma cidade melhor

[caption id="attachment_72" align="alignright" width="150" caption="Passeio Pedonal de Queluz a Queluz de Baixo"]Passeio Pedonal de Queluz a Queluz de Baixo[/caption]

São vários os problemas com os quais os residentes da Cidade de Queluz têm de conviver devido a ser uma Cidade que fica nos limites do concelho e mais distante da Sede do Concelho de Sintra do que da Sede do Concelho da Amadora.



A petição pela abertura do Centro de Saúde de Massamá continua e já conta com 100 assinaturas. Novas petições foram hoje criadas no sentido de mostrar o que queremos à Câmara Municipal de Sintra. O Cidadania Queluz está ainda aberto à sugestão de novas petições sobre outros problemas: mail@queluz.org Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar .

Novas petições

Petição pela criação de um passeio pedonal de Queluz até Queluz de Baixo


Com a construção da IC19 a Cidade de Queluz ficou mais longe de Queluz de Baixo, onde se privilegia os caminhos rodoviários em detrimento dos caminhos pedonais e através de ciclovias.Hoje, várias pessoas colocam a sua vida em risco fazendo um percurso dentro de estradas com má visibilidade e de três vias para ir de Queluz a Queluz de Baixo. A petição solicita às Camaras Municipais de Sintra e de Oeiras a construção de um passeio pedonal que faça a ligação entre Queluz e Queluz de Baixo. O percurso deverá ser em redor do Parque Felício Loureiro onde já está feito o caminho pois são várias as pessoas que fazem aquele percurso.Através desta petição pedimos portanto à Câmara a construção do passeio com as devidas condições de luminosidade.


Pela limpeza dos graffitis e dos cartazes na Cidade de Queluz


A Cidade de Queluz está repleta de cartazes publicitários e de graffitis. Sobretudo em Massamá, por falta de medidas da Câmara Municipal, não há uma parede para onde se olhe que não veja um.Esta petição vem solicitar à Câmara Municipal de Sintra a criação de uma brigada de limpeza de graffitis e cartazes com intervenção na Cidade de Queluz. Esta brigada de limpeza deve funcionar de forma transparente e com uma página na internet de modo a que os cidadãos possam acompanhar o seu trabalho e efectuar a denúncia de graffitis e cartazes que se verifiquem. Só uma intervenção rápida desmotiva a colagem de novos cartazes e novos graffitis.


A Cidade de Queluz está cheia de painéis publicitários que não deixam a Cidade respirar. A paisagem visual degrada-se de dia para dia e a Câmara Municipal de Sintra insiste em cada vez mais colocar painéis publicitários na Cidade de Queluz.É urgente que a Câmara Municipal de Sintra tenha conhecimento que os cidadãos estão atentos a cemitérios de publicidade numa das principais entradas rodoviárias na Cidade de Queluz. Vimos assim, através da petição, solicitar à Câmara Municipal de Sintra que interdite e retire todos os painéis publicitários com suporte metálico e onde se utiliza a colagem de papel. Por uma paisagem citadina livre de publicidade. O espaço público deve pertencer aos cidadãos e não a quem pague mais pelo mesmo.

Monte Abraão ajuda vítimas das cheias

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A Junta de Freguesia de Monte Abraão foi a única entidade a ajudar as cinco crianças que ficaram sem mãe, após as cheias no Rio Jamor.

«São cinco crianças que perderam as mães, estão a sofrer e precisam de ajuda» disse Rui Silva, irmão de uma das vítimas ao Correio da Manhã. «Ninguém ainda quis saber se precisávamos de alguma coisa», lamentou o mesmo, acrescentado que foram contactados pela actual Presidente da Junta de Freguesia de Monte Abraão, Fátima Campos, que em nome da autarquia ofereceu o pagamento dos dois funerais. As crianças ficam agora ao cuidado dos avós e Rui Silva não sabe com que meios os avós vão cuidar de cinco crianças.

Rui Silva refere que as suas irmãs trabalhavam e pagavam os impostos e que deveria ser investigado  quem tinha a responsabilidade da manutenção da estrada e do curso do Rio Jamor.

A Câmara Municipal de Sintra até ao momento apenas forneceu retroescavadoras para a remoção de detritos no Rio Jamor, de forma a que se possa encontrar o corpo.

Fátima Campos, foi a Belas uma vez que o local onde as duas mulheres terão falecido fica nos limites da sua freguesia e uma das mulheres residia em Monte Abraão. Fátima Campos disse ao Jornal de Notícias que «Os presidentes da Junta de Belas e da Câmara de Sintra não apareceram no local. Soube que uma das vítimas vivia na minha freguesia e avancei, porque os familiares são carenciados e não poderiam estar à espera que certo poder acorde para esta realidade»Além do pagamento dos funerais, a Junta de Freguesia de Monte Abraão prestou a assistência às famílias através de uma equipa de psicólogos. Esse apoio incide neste momento nas crianças e nos restantes familiares.

PSP abre inquérito

Ao Diário de Notícias o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP referiu que “se há vítimas, há um crime público que tem de ser investigado”. A investigação em curso levou à abertura de um inquérito no Tribunal de Sintra no sentido de se investigar de quem é a responsabilidade pela degradação do muro e se a sua queda se deveu apenas à pluviosidade.

Monte Abraão ajuda vítimas das cheias

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A Junta de Freguesia de Monte Abraão foi a única entidade a ajudar as cinco crianças que ficaram sem mãe, após as cheias no Rio Jamor.

«São cinco crianças que perderam as mães, estão a sofrer e precisam de ajuda» disse Rui Silva, irmão de uma das vítimas ao Correio da Manhã. «Ninguém ainda quis saber se precisávamos de alguma coisa», lamentou o mesmo, acrescentado que foram contactados pela actual Presidente da Junta de Freguesia de Monte Abraão, Fátima Campos, que em nome da autarquia ofereceu o pagamento dos dois funerais. As crianças ficam agora ao cuidado dos avós e Rui Silva não sabe com que meios os avós vão cuidar de cinco crianças.

Rui Silva refere que as suas irmãs trabalhavam e pagavam os impostos e que deveria ser investigado  quem tinha a responsabilidade da manutenção da estrada e do curso do Rio Jamor.

A Câmara Municipal de Sintra até ao momento apenas forneceu retroescavadoras para a remoção de detritos no Rio Jamor, de forma a que se possa encontrar o corpo.

Fátima Campos, foi a Belas uma vez que o local onde as duas mulheres terão falecido fica nos limites da sua freguesia e uma das mulheres residia em Monte Abraão. Fátima Campos disse ao Jornal de Notícias que «Os presidentes da Junta de Belas e da Câmara de Sintra não apareceram no local. Soube que uma das vítimas vivia na minha freguesia e avancei, porque os familiares são carenciados e não poderiam estar à espera que certo poder acorde para esta realidade»Além do pagamento dos funerais, a Junta de Freguesia de Monte Abraão prestou a assistência às famílias através de uma equipa de psicólogos. Esse apoio incide neste momento nas crianças e nos restantes familiares.

PSP abre inquérito

Ao Diário de Notícias o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP referiu que “se há vítimas, há um crime público que tem de ser investigado”. A investigação em curso levou à abertura de um inquérito no Tribunal de Sintra no sentido de se investigar de quem é a responsabilidade pela degradação do muro e se a sua queda se deveu apenas à pluviosidade.

Novas petições por uma cidade melhor

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São vários os problemas com os quais os residentes da Cidade de Queluz têm de conviver devido a ser uma Cidade que fica nos limites do concelho e mais distante da Sede do Concelho de Sintra do que da Sede do Concelho da Amadora.

A petição pela abertura do Centro de Saúde de Massamá continua e já conta com 100 assinaturas. Novas petições foram hoje criadas no sentido de mostrar o que queremos à Câmara Municipal de Sintra. O Dona Maria está ainda aberto à sugestão de novas petições sobre outros problemas: mail@queluz.org. 

Novas petições

Petição pela criação de um passeio pedonal de Queluz até Queluz de Baixo

Com a construção da IC19 a Cidade de Queluz ficou mais longe de Queluz de Baixo, onde se privilegia os caminhos rodoviários em detrimento dos caminhos pedonais e através de ciclovias.Hoje, várias pessoas colocam a sua vida em risco fazendo um percurso dentro de estradas com má visibilidade e de três vias para ir de Queluz a Queluz de Baixo. A petição solicita às Camaras Municipais de Sintra e de Oeiras a construção de um passeio pedonal que faça a ligação entre Queluz e Queluz de Baixo. O percurso deverá ser em redor do Parque Felício Loureiro onde já está feito o caminho pois são várias as pessoas que fazem aquele percurso.Através desta petição pedimos portanto à Câmara a construção do passeio com as devidas condições de luminosidade.

Pela limpeza dos graffitis e dos cartazes na Cidade de Queluz

A Cidade de Queluz está repleta de cartazes publicitários e de graffitis. Sobretudo em Massamá, por falta de medidas da Câmara Municipal, não há uma parede para onde se olhe que não veja um.Esta petição vem solicitar à Câmara Municipal de Sintra a criação de uma brigada de limpeza de graffitis e cartazes com intervenção na Cidade de Queluz. Esta brigada de limpeza deve funcionar de forma transparente e com uma página na internet de modo a que os cidadãos possam acompanhar o seu trabalho e efectuar a denúncia de graffitis e cartazes que se verifiquem. Só uma intervenção rápida desmotiva a colagem de novos cartazes e novos graffitis. 
A Cidade de Queluz está cheia de painéis publicitários que não deixam a Cidade respirar. A paisagem visual degrada-se de dia para dia e a Câmara Municipal de Sintra insiste em cada vez mais colocar painéis publicitários na Cidade de Queluz.É urgente que a Câmara Municipal de Sintra tenha conhecimento que os cidadãos estão atentos a cemitérios de publicidade numa das principais entradas rodoviárias na Cidade de Queluz. Vimos assim, através da petição, solicitar à Câmara Municipal de Sintra que interdite e retire todos os painéis publicitários com suporte metálico e onde se utiliza a colagem de papel. Por uma paisagem citadina livre de publicidade. O espaço público deve pertencer aos cidadãos e não a quem pague mais pelo mesmo.

quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Passagem pedonal da estação comboios de Massamá/Barcarena

Segundo vi, a nova plataforma que está a ser construída na estação de comboios de Massamá/Barcarena é apenas acessível através de escadas.

Catarina Oliveira

Como evitar as cheias em Queluz?

«A noção de cheia e inundação: todas as cheias provocam inundações, mas nem todas as inundações são devidas às cheias. As cheias são fenómenos hidrológicos extremos devido à sua dinâmica fluvial, isto é, existe uma cheia sempre que o rio transborda em relação ao seu leito ordinário. O transbordo origina, por sua vez, a inundação dos terrenos ribeirinhos.» 1.
O Rio Jamor, por ser um rio de curta extensão, reduzida bacia hidrográfica e baixo tempo de resposta, as cheias rápidas são as mais problemáticas. As causas das cheias são pluviosidade elevada, impermeabilização do solo, obstruções no canal, vertentes de declive acentuado, pouca vegetação.
As medidas para combater as cheias podem ser estruturais ou não-estruturais:
«As medidas estruturais, envolvendo formas diversas de intervenção através de estruturas que visam a redução de um ou vários parâmetros que caracterizam as cheias, como área inundável, o caudal, e a altura.» 2.
«As medidas não-estruturais, envolvendo acções de carácter preventivo ou de ajustamento que têm por objectivo a redução do risco através da modificação da susceptibilidade aos prejuízos das actividades socio-económicas nas áreas de risco.»2.
Medidas estruturais de aplicação no leito de cheia do Rio Jamor

  • Diques

  • Bacias de retenção

  • Obras correctivas a nível local

  • Protecção das construções

  • Modificações na bacia de escoamento

  • Pavimentação permeável

  • Implementação de “telhados verdes” (criação de jardins por cima dos telhados planos dos prédios)


telhados verdes

simulação dos telhados verdes

Medidas não-estruturais de aplicação no leito de cheia do Rio Jamor




  • Limpeza e manutenção do rio

  • Campanhas de informação tendo em vista a sensibilização da população para não efectuar descargas de lixos e entulhos no rio

  • Sistemas de vigilância e alerta para cheias

  • Interdição da construção no leito de cheia do rio e apenas permissão de construções que se adeqúem ao grau de risco de cheia em que a zona for classificada

  • Contratar seguros contra cheias

  • Planos de protecção civil a usar em caso de emergência


1. Ramos, C. (2005). Programa de Hidrogeografia. Lisboa: Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa.
2. Saraiva, M . G. (1999). O rio como paisagem. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

(trabalho de um aluno de 1º ano no curso de geografia)

segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Cheias no Rio Jamor em Queluz

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Após 122mm de precipitação o Rio Jamor encheu-se de água em Queluz.

Videos das cheias na Cidade de Queluz (envie-nos mail@queluz.org)

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Imagens das cheias no Rio Jamor

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Imagens das cheias no Rio Jamor em Queluz. Cheias que levaram à morte de uma mulher de 30 anos.

Fotografias captadas às 8 da Manhã, após 122 mm de precipitação em Queluz
 
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O Rio Jamor - o que importa saber

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Sabia que a Cidade de Queluz está sobre um leito de cheia? (ACTUALIZADA)

Em 1989 foi feito um estudo sobre o Leito de Cheia em Queluz pelo Ministério do Planeamento e da Administração do Território e publicado na Portaria n.º 105/89 de 15-02-1989 onde é referido que «A zona adjacente ao Rio Jamor constitui área de ocupação edificada proibida e área de ocupação edificada condicionada, nos termos indicados no mapa anexo.» no entanto, apesar da ocupação edificada ser proibida a paisagem que envolve o Rio Jamor encontra-se há dezenas de anos ao abandono, onde a sua única intervenção ocorreu no recente Parque Felício Loureiro.

Mapa do Leito de Cheia do Rio Jamor na Cidade de Queluz

Imagens do Rio Jamor antes de chover

Imagens do Rio Jamor depois de chover (122 mm de precipitação)

De facto, a limpeza do Rio Jamor era feita pelas autarquias, mas sabia que para o mesmo local a Junta de Freguesia de Queluz e Câmara Municipal de Sintra prevê construir uma estrada e impermeabilizar ainda mais os solos?

«segundo apurou o CORREIO DA CIDADE, é o facto da Câmara Municipal de Sintra estar a negociar a possibilidade de construção de uma via alternativa à Miguel Bombarda. Esta solução vai permitir desviar o trânsito proveniente do IC19, que resultou da construção do acesso por debaixo da linha do comboio, e que desemboca na avenida. A nova variante, ainda sem data prevista, será construída na sequência da actual rotunda do Jamor, paralela à linha de água, e terá conclusão junto do actual stand Moticristo onde será construída uma rotunda.

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Retirado carro do Rio Jamor

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Os Bombeiros Voluntários de Belas retiraram hoje um carro do Rio Jamor com uma vítima mortal.
 
"Há uma vítima de sexo feminino, com cerca de 30 anos, e estava presa com o cinto de segurança", afirmou aos jornalistas o segundo comandante distrital da Protecção Civil, Diniz Jesus.

Algumas residentes informaram os jornalistas que dentro do carro se encontravam duas pessoas e que também foi encontrada uma cadeira de bebé.

 
"As indicações que tínhamos de populares que se encontravam na área é que seriam duas pessoas. Se havia mais alguém e não tinha cinto de segurança naturalmente foi arrastado pela corrente das águas", referiu o mesmo responsável da Protecção Civil à Lusa.
 
Cerca de 10 bombeiros de Queluz e de Belas encontram-se no local, com quatro viaturas, uma ambulância e uma grua
 
 
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domingo, 17 de Fevereiro de 2008

Câmara Municipal de Sintra modifica site

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A Câmara Municipal de Sintra mudou o aspecto gráfico do seu site enchendo-o de gráficos e naturalmente o site tornou-se mais lento do que já era. De lamentar a Câmara ter-se ficado pelo grafismo nas alterações.

Um site que a Câmara Municipal de Sintra se devia inspirar era precisamente o da Câmara Municipal da Amadora.
 
O site da Câmara Municipal de Sintra não tem o símbolo de acessibilidade o que denota uma falta de sensibilização para o acesso à informação de forma igual por parte das pessoas que possuam deficiência. Esta questão é muito importante pois a Câmara Municipal deve dar o exemplo nesta questão a todas as outras entidades públicas e privadas.
 
No que se refere à relação da Câmara com os seus munícipes, a falta de informação por parte da Câmara Municipal é evidente na comparação com o site da Câmara Municipal da Amadora. A Câmara Municipal da Amadora disponibiliza online o PDM, as deliberações da Câmara, orçamento, regimento, cartografia, RSS etc. A Câmara Municipal de Sintra não o faz e chega a ser curioso o facto de ser o PS de Sintra que até 2007 disponibilizou as actas das Assembleias Municipais da Câmara Municipal de Sintra na net.
 
Pode-se fazer a comparação da informação disponível por parte das duas Câmaras Municipais através do Mapa do Site da CM de Amadora e no Mapa do Site da CM de Sintra.
 
A participação cívica dos residentes em Sintra só pode acontecer com mais informação. Só no grafismo o site da Câmara Municipal de Sintra evoluiu. Aguardam-se agora novos conteúdos para além do grafismo.
 
No canto inferior esquerdo do site da Câmara Municipal de Sintra é feita a seguinte pergunta: «O novo site da Câmara Municipal de Sintra encontra-se:» Mau | Médio | Muito Bom - em qual votará ?
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Coisas tristes

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Muitas foram as vezes que que passei pelo local entre Queluz e Belas onde hoje, por causa da enxurrada da madrugada, se despistou um automóvel com duas pessoas (uma falecida e outra, até agora, desaparecida).
 
Aquele troço da EN 117 (Avenida Miguel Bombarda/Rua Alexandre Herculano, que fazendo há décadas a ligação entre ambas as localidades ainda não mereceu um passeio para os peões que aí circulam, pelo que os atropelamentos não são raros) segue paralelo e colado à ribeira do Jamor, atravessando um quadro de total insensatez urbanística. Ali, como pela ribeira acima e abaixo, foi autorizada a edificação de dúzias de prédios em leito de cheia. Ligando uma cidade a uma vila praticamente contínuas, não sei se terá responsabilidade sob esse pedaço da EN 117 a autarquia (que tutela a manutenção viária no interior dos aglomerados urbanos), se o poder central.
 
Mas faz muita confusão que o ministro Nunes Correia, logo à partida e com tanta pressa, se tenha descartado de eventuais responsabilidades quando se estão ainda a apurar casos e estragos. Última nota: querem saber qual o nome escolhido (pelo seu construtor) para o prédio que se ergue (desde meados dos anos 90) em frente do local em causa? Edifício Titanic. Não, não estou a gozar.
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quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

Fortes chuvas a partir de domingo

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Apesar das previsões meteorológicas a longa distância serem muito falíveis pode-se avançar que a chuva chega a Portugal a partir de Domingo. A Cidade de Queluz pode vir a ser uma das cidades mais afectadas em Portugal.
 
 Gráfico com a previsão meteorológica nos próximos dias
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quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008

As árvores morrem de pé, mas sem dignidade

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Assiste-se em Massamá a uma forma bizarra de estimar as árvores: Uma espécie de “eduardo mãos-de-tesoura” acaricia aqueles seres fantásticos e absolutamente necessários ao bem estar social, físico e psicológico de todos, com as suas desditosas tenazes de modo a deixá-las quase irrecuperáveis. Quem pode proteger as pobres árvores do infeliz jardineiro da Câmara Municipal de Sintra que, expedito e implacável, as vai destruindo retirando à urbe elementos de harmonia?
 
A imagem
 
Uma das mais recentes vítimas do jardineiro-algoz

Esta forma de poda profunda, condenada pela maioria dos especialistas, é inadequada e extremamente prejudicial para a saúde das árvores pois torna-as mais vulneráveis ao ataque de pragas e doenças. É uma mutilação que as debilita eliminando grande quantidade de reservas armazenadas nos ramos e troncos. Com a decapitação da massa foliar, superfície destinada à actividade fotossintética, o porte da planta perde-se jamais recuperando a sua forma natural. Este tipo de poda/decapitação/mutilação é pois, uma prática cientificamente errada, inaceitável socialmente e contrária à natureza das árvores.

Um dos objectivos que sustentam o uso deste costume é a redução da altura da árvore para diminuir o risco de queda. Trata-se de uma falsa ideia pois a médio prazo, a árvore sujeita a pragas e debilitada devido a este tipo de poda, corre maior risco de queda. Qualquer rajada de vento mais forte pode derrubar troncos destas árvores prematuramente envelhecidas e doentes. Este facto até ocorre com frequência nas grandes cidades, onde se mantêm estas práticas ao contrário das zonas rurais em que as podas são específicas e restritas às árvores de fruto. Nos acidentes originados por esta situação, é atribuída habitualmente, a responsabilidade judicial sobre as autarquias por negligência civil, motivando processos extremamente desgastantes para as vítimas.

Outra das razões invocada para a manutenção deste defeituoso costume, é uma eventual maior vitalidade durante a rebentação primaveril. Outra ideia falsa como já vimos, pois a ablação sistemático de muitos dos ramos funcionais leva ao enfraquecimento gradual das árvores.
 
De facto, as podas radicais, como as que são aqui ilustradas, nada têm que ver com uma poda correcta em que o objectivo passa por retirar galhos inúteis, abrindo e arejando as ramagens à luz e ao oxigénio (o aclaramento e o arejamento), dando força aos ramos principais. É que não se podem confundir árvores com roseiras.

Uma poda é sempre uma ofensa a um ser vivo devendo por isso ser feita de forma consciente e limitada ao essencial. Deve haver coragem para mostrar aos jardineiros que ainda praticam este tipo de mutilação, o conhecimento correcto da técnica, naturalmente através de formação. O que parece estranho é o desinteresse e a indiferença geral perante estes atentados, por parte das autarquias e até por parte das associações ambientais sempre tão vigilantes ao que se passa para lá do meio urbano.
 
 
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terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

Suspensão temporária do processo contra a REN

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A Junta de Monte Abraão pediu ao tribunal a suspensão temporária do processo contra a REN até que a Redes Energéticas Nacionais (REN), a Câmara Municipal de Sintra e o movimento de moradores concluam negociações.

Fátima campos refere que nesta negociação a Junta de Freguesia de Monte Abraão nunca foi convidada:  «Nesse processo nunca fomos convocados para nenhuma reunião, logo não é nenhum acordo connosco. Para isto não prejudicar a nossa acção pedimos esta suspensão, ou seja, eles que concluam a negociação e entretanto quando estiver concluída nós retomaremos a nossa acção», disse Fátima Campos em declarações à Lusa.

Esta suspensão foi solicitada após a Presidente do Colectivo de Juizes do mesmo processo ter sugerido um acordo entre a Junta de Freguesia de Monte Abraão e a REN.

Esta sugestão ocorreu devido ao processo negocial entre a REN, Movimento Cívico de Algualva-Cacém e  Fernando Seara, onde o mesmo  afirma que a Câmara Municipal de Sintra pagará as obras de enterramento da linha Fanhões-Trajouce nas áreas urbanas do Concelho de Sintra.

CASTELO DE CARTAS em Sintra

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«Castelo de Cartas» peça da Associação Teatral e Cultural - REFLEXO estará em cena no dia 22 e 23 de Fevereiro no Espaço Reflexo em Sintra.

Sinopse

 

ImageRaquel acorda sobressaltada sem conseguir lembrar-se de si mesma. Está amordaçada e amarrada a uma cama. Não reconhece o local onde se encontra - o quarto é escuro, o ambiente é fétido e carregado de terror. No entanto a vítima não está sozinha. Entre as paredes sujas impregnadas de loucura, existe uma presença sinistra que a vai conduzir para dentro de um abismo vertiginoso.


«Castelo de Cartas» é uma viagem num carrossel fantasma às profundezas obscuras da mente humana. Uma experiência de pânico e terror psicológico de um realismo sufocante.

(Peça para maiores de 18 anos) 

 

Ficha Técnica e Artística

Produção: Associação Teatral e Cultural - REFLEXO
Autoria e Encenação: Michel Simeão
Elenco: Lavínia ROseiro e Marta Osiecka

Produção Executiva: Ana Custódio; Adereços e Cenografia: Mónica Pedroto; Design Gráfico: João Simões - Kontrast; Luz: Michel Simeão; Som: Rui Santos; Vídeo: Mafalda Norte; Fotografias: Pedro Lourenço

 

Morada do Espaço Reflexo

Av. Heliodoro Salgado, 41, 1ºFundo - 2710 - 575 Sintra
Próximo do Museu de Arte Moderna (por cima do Supermercado Ponto Fresco)

Contactos

214213188 (Tlf e Fax) / 210501837 / 966377172

 

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